
(foto: www.ead.pt/blog/)
ouvindo Verdes Anos, de Carlos Paredes
É um mundo difícil, se queremos percebê-lo. E é saindo do trilho habitual que se vê o estranho que tudo é. Saí desse trilho há algum tempo (ou vou saindo) e tento trilhar um percurso novo, próprio, meu. Tento largar vícios sociais, culturais e educacionais, e ao mesmo tempo vejo-me perdido e a tentar recuperar o contacto. De novo, procuro avançar, conheço novas pessoas, novas ideias, novas liberdades, novas alegrias, e de imediato, o humano em mim se desilude na prisão, na pequenez, nos juízos e nas limitações de pessoas, que por conhecimento, abertura, vivência pessoal e até mesmo profissional deveriam ser maiores, mais livres de preconceitos e de vergonhas. É falha minha atentar nisso, e deixar que me incomode, quando lado a lado com elas se encontram pequenas luzes não corrompidas, com um carinho e um passo leve, e ainda assim presentes, atentas, genuínas e fraternas, que voltam a dar esperança na criação de algo mais belo, de algo melhor. Venham os detractores e os gozadores, venham os normais e os certinhos e os fracos e cobardes, venham os dirigentes e os líderes, as autoridades e as milícias! Pois as pessoas que falo perdurarão sempre de uma forma mais bela na memória de quem tocam.
Partilho com uma pessoa assim, que me dá força ainda que não perceba o que poderá advir das minhas decisões. Tento ser livre, embora seja nessa demanda que tomo consciência maior do quanto limitado sou.
1 comentário:
Será que a vida é assim tão difícil?!... Por vezes acredito que somos nós que complicamos... temos sempre os nossos medos e receios algemados à nossa vontade própria! Quantas são as vezes em que optamos por desperdiçar o tempo e espaço da vida, adiando para mais logo o que realmente desejamos... todos nós queremos ser diferentes, únicos e irrepetíveis, mas a verdade é que tendemos para a banalidade do habitual! Deixamos-nos manipular pelas massas e perdemos o norte do nosso ser! Perdemos tanto tempo com o que nada nos diz e aquilo que realmente importa o que nos faz feliz guardamos junto dos ses...
Porque há sempre um se...
O importante, penso eu, é sermos fiéis à nossa verdade e em liberdade respeitarmos a verdade do outro...
Também estou a traçar um novo caminho muito diferente daquele que me trouxe até aqui! e agora que estou no início sem garantias nenhumas sinto-me mais feliz do que nunca porque simplesmente estou a lutar por aquilo que quero, estou finalmente a viver enquanto a minha verdadeira essência! é muito díficil mas é tão bom dsentirmo-nos livres e verdadeiros...
Portanto amigo, fora aí na tua luta interior, espero que descubrars a tua verdade e que vivas em paz mesmo que aqueles que te rodeiam vivam no caos!
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